Dor aguda A maioria terá resolução ou de forma espontânea ou com tratamento conservador. O paciente deve ser manter ativo e retornar as suas atividades o mais breve possível. Dor crônica O tratamento inicial será sempre que possível conservador, com medicação, fisioterapia e reabilitação. Caso a dor seja debilitante e o paciente esteja no ciclo de dormir mal, acordar sem energia pouca disposição e aumento da dor o tratamento se faz com a equipe multidisciplinar onde estão envolvidos os psicólogos, neurologistas, fisioterapeutas a fim de quebrar esse ciclo e reabilitar o paciente para sua vida normal e retorno às suas atividades e ao trabalho. Sempre recomendamos manter atividade física, exercícios orientados por um profissional qualificado e o melhor tratamento para dor crônica principalmente a debilitante. Os exercícios devem ser individualizados e orientados por um fisioterapeuta especialista em coluna e podem ser realizados em casa sem ajuda de equipamentos específicos. Recomendamos fortemente o retorno ao trabalho mesmo com dor. Medicações Quando necessário o uso de medicações, nossa primeira linha são analgésicos e antiinflamatórios.
  • Hérnias de disco lombar
    Ruptura da cápsula do disco (anulo fibroso) com extravasamento do núcleo e compressão de uma raiz nervosa. Pode causar dor nas costas mais frequentemente dor intensa em membro inferior mais comum abaixo do joelho. Pode levar a dano permanente do nervo se não tratada de forma adequada. Ocorre com mais frequência em pacientes mais jovens e está associado a dor de início súbito, principalmente após alguma atividade física como levantar peso com dor irradiando para o membro inferior normalmente a perna seguindo o trajeto do nervo comprometido. Apesar da dor intensa, mais de 90% das hérnias terão resolução sem tratamento cirúrgico, sendo assim, o tratamento inicial de pacientes com hérnia de disco. São medicações como analgésicos e antiinflamatórios, caso a dor seja muito intensa uso de opioides. O tratamento cirúrgico fica reservado para pacientes que evoluem com déficit neurológico, dor refratária e incapacitante. O melhor tratamento cirúrgico para hérnia de disco é a microdiscectomia, cirurgia realizada via microscópio onde se retira o fragmento herniado e descomprime o nervo comprometido. Não há utilização de próteses e normalmente paciente recebe alta no dia seguinte. Recidiva de hérnia, ou seja, recorrência da hérnia de disco lombar após microdiscetomia pode ocorrem em 5-10% . Caso a dor novamente for só na perna, o paciente tem benéfico de operar de novo com retira do fragmento herniado caso tenha um componente de dor lombar pode ter o benéfico da artrodese lombar no nível acometido.
  • Hérnia de disco cervical
    O mecanismo é semelhante ao da hérnia lombar. Um fragmento do núcleo do disco comprime ou irrita o nervo que causa um dor que segue o trajeto do nervo indo para o membro superior do lado acometido . O tratamento inicial é conservador com uso de analgésicos e antiinflamatórios e opioides quando a dor é muito intensa por um período curto. O tratamento cirúrgico reservado para pacientes que evoluem com déficit ou dor refratária a medicação, nas hérnia de disco cervical como hérnia lombar o procedimento pode ser realizado via posterior onde só retira o fragmento exposto e descomprime o nervo utilizado quando as hérnias são laterais. Porém como a maioria das hérnias cervicais tem um componente medial, o procedimento é realizado via anterior, por via posterior haveria manipulação da medula o que é perigoso, poderia causar dano neurológico. A cirurgia é feita via microscópio e se retira todo o disco cervical sendo necessário o uso de um prótese ou o próprio osso do paciente retirado da crista ilíaca é utilizado para realizar a artrodese do nível operado.
  • Escoliose
    A escoliose é quando uma alteração no plano coronal da coluna vertebral, uma inclinação lateral com rotação da vertebra maior que 10 graus, valores menores que 10 graus são considerados assimetrias da coluna, ou seja, quando analisamos um exame de imagem normalmente uma radiografia panorâmica da coluna vertebral e há um desvio maior de 10 graus ou na coluna lombar, torácica, cervical ou em conjunto com todas elas. As escolioses atingem a 2-3% da população e classificada com a idade de seu surgimento, infantil (nascimento a 3 anos), juvenil (3-10 anos), adolescente (depois dos 10 anos) uma classificação alternativa e de início precoce 0-5 anos e início tardio depois de 5 anos . Apesar da distribuição igual entre os sexos as meninas tem uma chance 10 vezes maior de necessitarem de alguma intervenção cirúrgica Atenção a escoliose deve se para a progressão da curva, quando mais jovem o paciente e mais angulada a curva maior chance de progressão, mesmo curvas pequenas podem progredir muita durante a fase de crescimento. Progressão da escoliose a angulações muito altas pode levar a problemas respiratórios devido deformidades na cavidade torácica, problemas do coração e a dor na fase adulta devido a própria deformidade da coluna, além do fator estético Para que isso não ocorra o importante é: - Diagnosticar a escoliose o mais precoce possível - Monitorar sua progressão - Intervir quando necessário Escoliose idiopática É o tipo mais comum de escoliose representa cerca de 80% dos casos e mais comum em adolescentes entre a idade de 10-16 anos. O termo idiopática e utilizado na medicina quando ha causa não é conhecida, ou seja, ainda não temos certeza o que causa a escoliose. Há uma pesquisa continua sobre a causa da escoliose idiopática e de conhecimento que há um fator genético. A escoliose idiopática pode ou não progredir os fatores mais importantes para determinar a progressão e o tamanho da curva é a fase de crescimento que se encontra o paciente . Quanto maior a curva e mais novo paciente, maior a probabilidade de evoluir com uma deformidade importante. Felizmente, a intervenção no tempo certo impede essa progressão e a deformidade. Por isso, é importante que o paciente com escoliose visite seu médico especialista num período de 3 – 6 meses, para ser examinado e solicitado novas radiografias para avaliar tanto se há progressão da curva e a maturidade óssea . Opções de tratamento Observação - Paciente com curvas pequenas entre 10-25 graus devem ser monitorizadas com visitas periódicas e radiografias para verificas se aumento da curva. Colete – paciente em fase de crescimento com curvas entre 25-45 graus podem ter benefícios no uso do colete ate para não haver progressão da curva e ate alguma correção da curva. Os coletes são feitos sob medida usando matérias mais confortáveis e aplicam pressão sobre o tronco e a pelve fazendo com que a coluna vertebral fica na posição mais reta possível. Normalmente, para o colete ter efeito, deve ser usados por períodos longo durante o dia mesmo na hora de dormir. Para alguns pacientes, o colete é uma medida temporária até atingirem maturidade óssea para a cirurgia. Cirurgia – não é somente o tamanho da curva que indica a cirurgia, outros fatores como o alinhamento sagital, a rotação da deformidade e maturidade óssea. No geral, pacientes com curvas torácicas em progressão maiores de 40 graus, com maturidade óssea incompleta ou perto da maturidade e curvas torácicas maiores de 50 graus com maturidade óssea completa e curvas lombares maiores de 40 graus se beneficiam da cirurgia Recuperação pós cirurgia Normalmente o tempo de internação são de 5 dias, em casa recuperação por 2 a 3 semanas e após 1 mês retorno as atividades como escola, após 6 meses retornas as todas as atividades normais, normalmente após a cirurgia não é necessário o uso de colete.
  • Estenose de canal lombar
    Como o envelhecimento o canal vertebral (espaço da coluna onde passa os nervos e a medula), tende a se estreitar devido a uma combinação de fatores como abaulamento discais , surgimento de osteofitos, hipertrofia das facetas e espessamento dos ligamentos amarelos ocasionando a compressão da medula e dos nervos que passam pelo canal. O sintoma mais comum da estenose do canal vertebral são dor e dormência nas pernas que aumentam ao andar ou ficar em pé e melhora ao fletir a coluna ou sentar quadro conhecido como claudicação neurogênica. Caso a estenose se torne severa os sintomas se tornam constante levando a debilidade importante ao paciente com dificuldade de caminhar poucos metros e pode causar dano neurológico permanente. Tratamento inicial - medicações como analgésicos e antinflamatórios Bloqueio com corticóides Fisioterapia visando o fortalecimento abdominal e dos músculos paravertebrais Caso não haja alivio dos sintomas e o paciente progredir com mais dificuldade em deambular, o tratamento cirúrgico está indicado. Tratamento cirúrgico Tipos de cirurgia Laminectomia descompressiva sem artrodese - remoção de toda lamina da vertebra, osso que faz a parte posterior da vertebra, descomprimindo as estruturas nervosas optamos por este tipo de cirurgia em paciente mais velhos que já tem a coluna com fusão óssea e alguma morbidade que necessite de cirurgias mais rápidas. laminectomia descompressiva com artrodese – Acreditamos que toda estenose se deve a alguma instabilidade da coluna, já presente no paciente e ao realizar a laminectomia descompressiva geramos mais instabilidade, sendo assim, se faz necessário o uso de instrumentação (parafusos, barras e cages) e enxerto ósseo para estabilizar a coluna e ocasionar um processo de fusão óssea que e o objetivo da artrodese atingido normalmente de 6-9 meses depois da cirurgia. Fusão óssea – significa criar um ponte óssea entre as vertebrais, através do uso de enxerto ósseo, para tratar a instabilidade o uso de instrumental é para fixar e estabilizar a coluna até que as pontes ósseas se criem processo que dura entorno de 6-9 meses.
  • LISTESE
    Espondilolistese degenerativa (ELD) A ELD pode ser definida como o deslocamento anterior da vértebra sobrejacente de um nível vertebral, decorrente de um processo degenerativo, sem defeito da pars articularis, ou seja, sem defeito ósseo . A incidência dessa doença ocorre quatro vezes mais em mulheres do que em homens, é mais frequente no espaço L4-L5. Ocorre preferencialmente entre a sexta e a sétima décadas da vida. Ao encontrar essa alteração degenerativa em um paciente com dor lombar, em 60% das vezes pode-se dizer que a dor se origina na espondilolistese. A ELD é variável quanto aos sintomas: pode ser assintomática (descoberta casual) ou pode até apresentar incapacidade grave. Em geral, depende da intensidade do dano anatômico, do grau de mobilidade segmentar e do comprometimento neurológico. O aspecto psicológico pode alterar significativamente a manifestação da dor lombar nesses pacientes, portanto, a presença da dor isolada não deve ser o único fator considerado para decidir o tratamento. Os pacientes podem apresentar alguns ou todos os seguintes sintomas: • dor lombar, • dor radicular, • quadro de claudicação intermitente. Devido aos diferentes tipos de evolução, é importante determinar a progressão ou não da deformidade (listese) de um paciente, e a sintomatologia para indicar tratamento conservador ou cirúrgico. Existem fatores de risco de progressão, como a sinovite facetária, a orientação sagital das facetas, a altura do disco L4L5 e o grau de deslocamento >50% Pacientes sem sintomas neurológicos devem ser sempre tratados de forma conservadora inicialmente, visto que 70% dos pacientes respondem a ele. O tratamento conservador se baseia na terapia com fármacos, anti-inflamatórios para os períodos de crise de dor e terapia física, predominantemente com uma sequência de exercícios de flexão e de estabilização da coluna lombossacra. Tratamento cirúrgico As indicações para tratamento cirúrgico são as seguintes: • dor lombar que não cede com tratamento conservador; • claudicação neurogênica intermitente; • radiculopatia; • comprometimento esfincteriano O tratamento cirúrgico tem por objetivo principal a descompressão e a liberação das estruturas neurais. A estabilização do segmento é um objetivo secundário que pode não ser necessário em alguns pacientes idosos e com deslocamentos já estabilizados. A descompressão e a artrodese instrumentada são o padrão recomendado para o tratamento cirúrgico dessa patologia. A falta de fusão, no médio prazo, gera resultados clínicos piores que a artrodese exitosa.
  • OSTEOPOROSE
    A osteoporose pode ser definida como uma doença sistêmica caracterizada pela redução da massa óssea e pela deterioração da microarquitetura do tecido ósseo. Ocorre quando há um desequilíbrio entre a reabsorção óssea pelos osteoclastos e a formação do osso novo pelos osteoblastos pode acometer todos os ossos do esqueleto principalmente a coluna vertebral. Como consequência da fragilidade óssea, a osteoporose deixa o indivíduo predisposto a fraturas, inclusive com cargas fisiológicas (pegar um peso, registro de fraturas ao tossir ou espirrar e pacientes com osteoporose severa). Osteoporose primária A forma mais comum é a osteoporose primária da pós-menopausa, que começa por volta da quarta ou quinta década de vida, quando a deficiência de estrogênio exerce um papel fundamental. Outros fatores associados ao desenvolvimento da doença são os seguintes: • reabsorção reduzida de cálcio (no nível do aparelho digestivo); • insuficiência de vitamina D; • redução na produção dos fatores de crescimento relacionados à insulina; • sedentarismo. Os fatores de risco nutricionais mais sérios são a deficiência na ingestão ou na absorção do cálcio ou da vitamina D. Os indivíduos com as seguintes características também correm risco de desenvolvimento da doença: • dietas restritivas, • síndromes de má absorção, • consumo de álcool, • consumo de cafeína, • tabagismo. A osteoporose pode também ser secundária devido ao uso de certos medicamentos: • corticosteroides, • anticonvulsivantes, • metotrexato, • heparina, • ciclosporina. Diagnóstico A osteoporose não apresenta sintomas na fase inicial da doença. Portanto, o diagnóstico precoce é fundamental para prevenir fraturas. A pesquisa da osteoporose através da densitometria óssea é indicada mediante a presença de fatores de risco. A investigação também é utilizada nos seguintes casos: • fratura relacionada a traumatismo de baixa energia, • histórico de deformidade medular progressiva na vida adulta, • redução da estatura A osteoporose é assintomática até que ocorra uma fratura. O diagnóstico precoce é fundamental; portanto, é necessário prestar atenção para reconhecer pacientes com risco de desenvolvimento da enfermidade e indicar os exames correspondentes. Após a primeira fratura vertebral, o paciente apresenta um risco quatro vezes maior de sofrer uma segunda fratura; depois da segunda fratura, o risco de uma terceira fratura é doze vezes maior Exames de imagem RX radiografia TC tomografia computadorizada RM ressonância magnética Os exames de imagem são importante para o diagnóstico diferencial pois um fratura em vez de ser por osteoporose pode ser por motivos de doenças neoplásicas ou seja uma fratura maligna. A RM é o melhor exame de imagem para definir um diagnóstico diferencial entre fratura maligna e fratura benigna. Além da alteração do sinal do corpo vertebral, dos pedículos ou dos elementos posteriores, o exame permite visualizar adequadamente a presença de massa de partes moles extravertebral e epidural, que sugerem doença metastática. A tomografia permite um melhor definição da estrutura óssea. A radiografia permite ver o alinhamento da coluna vertebral, se há aumento da cifose ou perda do equilíbrio sagital ou evolução de uma escoliose.
  • BIÓPSIA
    Deve-se indicar uma biópsia nos casos em que persistam dúvidas quanto ao diagnóstico, mesmo após a RM. A biópsia deve ser feita preferencialmente através de punção percutânea com agulha guiada por tomografia computadorizada ou radioscopia Tratamento medicamentoso Todos os pacientes com diagnóstico de fratura por insuficiência devem receber tratamento clínico para a osteoporose, inclusive aqueles com densitometria que demonstre osteopenia. É preciso indicar hábitos nutricionais adequados, suprimindo o tabagismo, a ingestão de álcool e café. Suplementos de cálcio e vitamina D devem ser prescritos, mas não devem ser usados de maneira isolada com o objetivo de prevenir fraturas relacionadas à osteoporose Existem diversas estratégias farmacológicas para tratamento da osteoporose e, dentre elas, os bifosfonatos são os medicamentos mais utilizados. Outros medicamentos como o raloxifeno, a terapia de reposição hormonal e o uso da calcitonina também são úteis em casos específicos. O tratamento ortopédico é indicado na grande maioria das fraturas por insuficiência vertebral. É preciso ser feito nos pacientes com fraturas estáveis, sem comprometimento significativo do alinhamento medular ou da altura da vértebra. O tratamento consiste nos seguintes procedimentos: • uso de analgésicos; • repouso relativo (varia de acordo com o caso); • uso de órtese; • medidas de reabilitação. Para fraturas na região lombar baixa das vértebras L4 ou L5, pode ser indicado o colete de Putti lombossacro. Nos segmentos da coluna lombar alta ou coluna torácica, é necessário o uso de órtese toracolombossacra. As órteses são utilizadas por um período de dois a quatro meses no caso de fraturas agudas ou por menos tempo quando indicadas para analgesia em pacientes com fraturas crônicas. O uso da órtese por tempo prolongado também possui inconvenientes: • hipotrofia da musculatura estabilizadora do tronco, • úlcera por pressão, • redução da capacidade pulmonar. REFORÇO VERTEBRAL As técnicas de reforço ósseo vertebral são procedimentos minimamente invasivos, a exemplo da vertebroplastia e da cifoplastia. Devem ser indicadas para pacientes com dor persistente, sem resposta satisfatória ao tratamento medicamentoso adequado. Os fatores associados ao sucesso da vertebroplastia ou da cifoplastia são dor localizada no local da fratura e evidência de fratura em alguma RM recente CIRUGIAS O tratamento cirúrgico das fraturas por osteoporose deve ser evitado sempre que possível É indicado mediante instabilidade severa, deformidade grave, ou na presença de compressão medular ou radicular
  • FRATURAS DA COLUNA VERTEBRAL
    Uma fratura de coluna torácica ou coluna lombar geralmente são causadas por acidentes de alta velocidade, como quedas, acidentes de carro, lesões esportivas e outros atos violentos. Como resultado, os homens são quatro vezes mais propensos que as mulheres a sofrer uma fratura da coluna lombar ou região torácica. Além disso, os idosos estão em risco de fraturas da coluna lombar ou região torácica, como seus ossos são fracos e quebradiços. Outras condições que envolvem ossos enfraquecidos, tais como tumores, pode aumentar o risco de fraturas. Essas fraturas também podem causar dor na coluna lombar e danos na medula espinhal. Pessoas que sofrem uma fratura de coluna torácica ou coluna lombar normalmente apresentam dor nas costas, que pioram com o movimento, chamamos este tipo de dor mecânica que esta relacionada ao movimento. Lesões relacionadas medula-espinhal podem causar dormência, formigamento, fraqueza, disfunção da bexiga e intestino e a perda total dos movimentos paraplegia . A identificação dos padrões de fraturas da coluna são importante pois nos ajudam a definir a gravidade e quais lesões precisam de tratamento. Procuramos identificar os padrões das fraturas, permitindo escolher o tratamento mais apropriado . Existem três tipos de padrões de fratura da coluna Flexão: a fratura de compressão da coluna lombar ou região torácica ocorre quando somente a parte anterior da vértebra (corpo vertebral ) perde altura. Extensão: A dor da fratura de coluna da coluna torácica ou a região lombar de uma lesão como uma colisão frontal é causada por vértebras separando. Estes são chamados de "flexão / distração (Chance) fraturas. “Rotação: Um "processo de fratura transversal," que geralmente não afeta a estabilidade, é causada por uma fratura associada a rotação ou para os lados extremos (lateral) de dobragem. Um "luxação fratura", em que as vértebras são deslocados, como alvo do osso e / ou tecido mole. Essas fraturas podem levar a dor nas costas e pescoço superior grave e lesões da medula espinhal.
  • TUMORES INTRA CANAL VERTEBRAL
    São classificados de acordo com sua localização dentro do canal vertebral -Extradurais -Intradurais (extramedulares e intramedulares) No início, os tumores intra-canal vertebral podem provocar quadros de dores pouco específicos e, às vezes, dores com características de comprometimento radicular além de transtornos subjetivos da sensibilidade, que dificultam seu diagnóstico precoce. Em geral, decorre-se bastante tempo antes de apresentarem um quadro neurológico claro. Estes tumores têm usualmente uma evolução insidiosa com períodos de melhora dos sintomas, tornando mais difícil o diagnóstico. Com a evolução e o comprometimento neurológico mais acentuado, se manifestam sinais de alterações motora, sensitiva e dos reflexos, assim como alterações esfincterianas Um diferencial dos tumores é a piora quando o paciente está deitado ou a dor noturna. Não existe uma relação direta com o movimento da coluna vertebral e ponto que é mais frequente nestas lesões e permite diferenciá-las clinicamente de outras doenças da coluna. A Ressonância magnética e o exame padrão ouro para se solicitar quando a suspeita de lesão no canal vertebral ou medular, pois permitir melhor visualização da medula, da coluna liquórica e da própria lesão sempre é preciso estar atento para pedir o exame no local provável da lesão e pensando sempre nos diagnósticos diferenciais, principalmente com as lesões inflamatórias. TRATAMENTO As neoplasias intra-raquídeas, quando são diagnosticadas, têm como indicação o tratamento cirúrgico. É discutível a indicação de cirurgia em certos pacientes assintomáticos, nos quais se faz um diagnóstico incidental. Nestes casos, deve-se fazer um balanço entre os benefícios e os riscos do procedimento cirúrgico.
  • ESCOLIOSE O ADULTO
    Sua coluna é a espinha dorsal do seu corpo. Ela é composta de 33 vértebras conectando sua cabeça com o cóccix. Sua coluna abriga a medula espinhal, uma coleção de nervos que se conectam com o seu cérebro, para formar o sistema nervoso central. A escoliose é uma curvatura anormal da coluna que altera sua forma. Com a escoliose problemas funcionais e estéticos podem aparecer. Estes sintomas podem ser dolorosos, mas são raramente perigosos. Embora a escoliose é uma condição frequentemente associado com os adolescentes, também afeta comumente os adultos. Adultos com piora das curvas com sintomas dolorosos e funcionais. O tratamento está indicado para melhorar os sintomas e corrigir a deformidade da coluna vertebral. O que provoca a escoliose? Existem dois tipos de escoliose observados em adultos. Uma delas é a tipo de escoliose também visto em adolescentes chamado de escoliose idiopática. Sua causa é desconhecida, mas tem uma base genética e pode ser uma combinação de desenvolvimento anormal dos ossos, ligamentos e músculos fracos. Em alguns casos a curva progride ou começa a causar sintomas somente na vida adulta sendo diagnostico realizado somente na idade adulta. O segundo tipo comum de escoliose visto em adultos é escoliose degenerativa. Neste caso, processo de degeneração normal pelo envelhecimento provoca, o desenvolvimento. De uma curvatura anormal da coluna vertebral. Ele tende a ocorrer mais tarde na vida e muitas vezes não causam quaisquer sintomas. Como detectar a escoliose? Primeiramente iremos examinar você e fazer alguns exames específicos para verificar a forma de sua coluna vertebral. Se você está tendo sintomas relacionados com a sua coluna inicialmente iremos solicitar um raio-X panorâmico da sua coluna vertebral e caso precise exames mais específicos como tomografia e ressonância. Quais são os sintomas? A maioria das escolioses não causam sintomas físicos. Podem causar algumas anormalidades cosméticas, que incluem: • Ombros e cintura desiguais • Uma ou ambas as escápulas aparecendo • Inclinando-se um pouco de lado • Uma corcova nas costas Dor nas costas pode ocorrer e é geralmente muscular na sua natureza e que muitas vezes irá responder a um programa de terapia. A escoliose idiopática do adulto e escoliose degenerativa por muito tempo foi pensado que levava à falta de ar e dor peito. Atualmente isso foi demonstrado ser extremamente raro, e pacientes com esses sintomas devem ser investigados para outras causas. Tratamento O tratamento de escoliose em adultos é geralmente baseado nos sintomas e não no tamanho da curva. O tratamento é muitas vezes não-cirúrgico, mas em alguns casos, a cirurgia pode ser recomendada. Quais são as opções de tratamento? Como um adulto sua coluna não está mais crescendo, mas é importante estabilizar evitando a progressão da escoliose e diminuir os sintomas. O risco de progressão é independente das atividades, no entanto, os pacientes mais ativos têm menos sintomas intensos. Tratamentos não-cirúrgicos geralmente são recomendados para qualquer magnitude da curva. Estes incluem fisioterapia, exercício aeróbico, alongamento e fortalecimento para melhorar. Flexibilidade. Coletes quase nunca deve ser usado em adultos como eles levam a perda do tônus muscular eventualmente podem favorecer a progressão da curva e aumentar os sintomas. Cirurgia da coluna é recomendado para pacientes cuja deformidade provoca dor que interfira com a função diária e ocasionalmente para aqueles que sofrem de uma deformidade plástica severa. A cirurgia da coluna realinha e estabiliza a coluna da forma mais segura possível. Este é feito fundindo os ossos da coluna (vértebras) em conjunto utilizando enxertos ósseos e implantes metálicos (parafusos e barras) visando manter tudo no lugar enquanto a fusão óssea acontece. A maioria dos pacientes experimenta uma rápida recuperação após a cirurgia e uma cinta normalmente não é necessário. Quais são os riscos da cirurgia de coluna ? Qualquer procedimento cirúrgico inclui riscos gerais e riscos específicos de procedimentos, tais como reações adversas a anestesia, pneumonia no pós-operatório, coágulos sanguíneos na pernas, infecção e perda de sangue exigindo uma transfusão de sangue. Riscos específicos para a cirurgia de estabilização da coluna incluem lesões nos nervos ou da medula espinhal que podem resultar em dor ou até mesmo paralisia (o risco estimado de paralisia para maior reconstruções da coluna vertebral é algo em torno de 1 em 10.000), Quebra da instrumentação ou desalojar algum material , irritação do tecido circundante e da dor da cirurgia em si. Riscos da cirurgia de estabilização da coluna são dependentes do indivíduo. Então iremos discutir seu risco caso a caso e pessoalmente com o paciente antes da cirurgia. Esta informação é apenas para fins educacionais e deve não ser invocado como aconselhamento médico. Não foi concebido para substituir o julgamento independente de um médico sobre a adequação ou riscos de um procedimento para um determinado paciente.
  • DOENÇA DEGENRATIVA DISCAL
    TRATAMENTO NÃO CIRÚRGICO EXERCÍCIOS FISIOTERAPIA INFILTRAÇÕES MEDICAÇÕES Injeção Lombar Epidural esteróides (infiltração ) O que é uma injeção de esteróides epidural? Uma injeção de esteróides epidural (IEE) é uma injeção de uma pequena dose de medicação anti-inflamatória (chamado um glicocorticoide) na parte inferior das costas para aliviar a dor nas pernas ou parte inferior das costas. O medicamento é injetado dentro de uma área de tecido adiposo circundante os nervos espinhais chamados no espaço epidural. Ao reduzir a inflamação, um IEE pode ajudar a reduzir a sua dor. Um IEE pode ser tanto um tratamento e um modo para diagnosticar um problema específico da raiz nervosa quando há uma questão. O que são esteróides? Os esteróides são um nome geral para glicocorticoides. O esteróide é injetado, uma droga sintética feita pelo homem que é semelhante ao cortisol, uma hormona natural produzida na glândula supra-renal e cerebral. Esteróides ajudar a reduzir a dor e a inflamação e são utilizados para tratar uma variedade de doenças inflamatórias e de condições dolorosas, incluindo herniação do disco lombar. Antes do procedimento Você vai encontrar-se com um médico que irá avaliar os riscos e benefícios do procedimento e responder qualquer pergunta que você possa ter. Os efeitos colaterais potenciais de um IEE incluem, mas não: o Infecção o Sangramento o Dor de cabeça o Fraqueza nas pernas temporárias o O sangramento ou infecção no local da injeção o Dor durante ou depois da injeção o Dor de cabeça pós-injeção o Reação à medicação injeção o Lesão do nervo, incluindo lesão medular e quadriplegia (extremamente raros) o A retenção de líquidos o Parada respiratória (extremamente raro) o Hematoma epidural (sangramento) Duas semanas antes do procedimento: ● Deixe-nos saber se você tem distúrbios hemorrágicos, ou se você estiver usando diluentes de sangue, como a aspirina, Coumadin® (varfarina), Plavix® (clopidogrel), Ticlid® (ticlopidina), heparina, Lovenox® (enoxaparina), Fragmin® (dalteparina ), Aggrenox ® (dipiridamole), Effient® (prasugrel), Pradaxa (dabigatrano), ou NSAID (como o ibuprofeno, naproxeno, nabumetona, diclofenac, etodolac, indometacina, cetorolac, meloxicam, piroxicam, cetoprofeno, oxaprozin), ou especialmente quaisquer medicamentos à base de plantas desbaste Sangue. Os medicamentos listados acima podem aumentar o risco de complicações hemorrágicas. ● Se estiver a tomar um sangue mais fino, por favor ligue O seu médico dá atenção primária ou cardiologista e perguntar se é seguro para parar a medicação. Você será instruído sobre como pará-lo quando é hora para a injeção. Isto irá diminuir o risco de complicações hemorrágicas. ● Por favor, reveja honestamente todos os seus medicamentos com a gente antes do procedimento IEE. Por favor, informar nossa equipe sobre qualquer alterações de medicação. ● Por favor, deixe-nos saber se você já teve ou está tendo febre, o se está tratamento com antibiótico, todas as doenças, ou hospitalização nos últimos quatro semanas. Você deve estar saudável no dia do procedimento. O dia do procedimento ● Você estará totalmente acordado durante o procedimento. A sedação é usada ocasionalmente. Discuta com o seu médico ou equipe ao agendar o procedimento. ● Se você tem diabetes, seu nível de açúcar no sangue pode aumentar. O seu médico clínico ou nossa equipe irá aconselhá-lo sobre a gestão. Traga a sua medicação de diabetes para que você possa tomá-lo após o procedimento. ● Se estiver tomando medicação para a dor, pare por seis (6) horas antes do procedimento. Continue a tomar todas as outras medicações, especialmente antihipertensivos. Trazer todos os seus medicamentos com você para que você possa usá-los conforme necessário após o procedimento. As complicações não são uma ocorrência comum, no entanto, porque são potencialmente muito mais graves na coluna cervical do que na coluna lombar, muitos médicos recomendam esteróides orais em vez de injeções cervicais espinhais epidurais. Durante o procedimento ● O procedimento demora cerca de 10 a 30 minutos. ● Você vai estar deitado durante o procedimento. Após o procedimento ● O alívio da dor pode começar imediatamente após a medicação for injetada. Você pode experimentar um breve recorrência de seu dor até que a medicação anti-inflamatória produza efeitos. Aplique gelo no local da injeção para diminuir o desconforto. ● Um ponto pode ser colocada sobre o local da injeção. ● Você vai descansar, deitado, em uma sala de recuperação por 15 a 30 minutos. ● Uma enfermeira irá verificar a sua pressão arterial e pulso. A enfermeira também vai discutir as suas instruções de liberação juntamente com você. ● Um adulto responsável deve levá-lo para casa. Você não deve dirigir. Quanto tempo levarei para me recuperar? Após a injeção, pode ocorrer alguma dormência nos braços ou pernas. Este é um efeito colateral temporário associado com o componente anestésico da injeção e normalmente desaparece dentro de 1 a 8 horas. Sua dor também pode aumentar ao longo dos próximos 24-48 horas. Geralmente leva 24-72 horas para que os benefícios do alívio da dor de uma injeção epidural possa ser sentido. Se a injeção resolve sua dor por um curto período de tempo, você pode ser candidato a uma outra injeção. A maioria dos médicos, no entanto, limita o número de injeções de esteróides – três por ano é uma diretriz comum. A maioria dos cirurgiões de coluna não acreditam que as injeções repetidas e frequentes são uma boa maneira de gerenciar um problema da coluna a longo prazo. Pelo contrário, se uma injeção ajuda a aliviar a dor, pelo menos temporariamente, isso pode indicar que a cirurgia será bem sucedida e ajudará a obter uma solução estável para a dor Instruções de alta ● Não dirigir ou operar máquinas durante pelo menos 24 horas após o procedimento. ● Você pode comer a sua dieta normal. ● Não participe de atividades extenuantes no dia. ● Você pode remover qualquer curativo a noite antes de ir para a cama. ● Você pode tomar um banho. Não tome banho em uma banheira de água quente por 24 horas. ● Se estiver a tomar um anticoagulante como aspirina, Plavix, Ticlid, Coumadin, heparina, Lovenox, entre outros, você pode reiniciá-lo.
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