A escoliose é uma curvatura anormal da coluna que pode afetar crianças, adolescentes e adultos. Entenda os tipos, sintomas e opções de tratamento com os especialistas em escoliose do Centro de Saúde da Coluna em Niterói.
Agendar AvaliaçãoA escoliose é uma curvatura lateral anormal da coluna vertebral, com rotação das vértebras. Pode ser idiopática (causa desconhecida), congênita ou neuromuscular. Afeta crianças, adolescentes e adultos. O tratamento varia conforme o grau de curvatura e a idade do paciente.
| Sintoma | Intensidade |
|---|---|
| Assimetria dos ombros | Moderado |
| Desvio da coluna | Grave |
| Dor nas costas | Moderado |
| Costela proeminente | Moderado |
| Cansaço postural | Leve |
Consulte um especialista em coluna se a curvatura for visível, se houver assimetria dos ombros ou quadris, ou se a criança/adolescente apresentar dor nas costas. Em adultos, procure avaliação se a dor for progressiva ou houver piora da deformidade.
Definição: A escoliose é definida como uma deformidade tridimensional da coluna vertebral caracterizada por curvatura lateral superior a 10 graus (medida pelo ângulo de Cobb). Pode ser idiopática (sem causa conhecida), degenerativa ou congênita, afetando tanto crianças e adolescentes quanto adultos.
A escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna vertebral caracterizada por uma curvatura lateral anormal, geralmente acompanhada de rotação das vértebras. Quando vista de frente, a coluna normal é reta; na escoliose, ela apresenta uma curva em formato de "C" ou "S".
A escoliose pode ser classificada conforme a idade de início (infantil, juvenil, do adolescente ou do adulto) e conforme a causa (idiopática, congênita, neuromuscular ou degenerativa). A escoliose idiopática do adolescente é o tipo mais comum, representando cerca de 80% dos casos.
Além da escoliose, outras deformidades da coluna incluem a cifose (aumento da curvatura torácica, a "corcunda") e o desequilíbrio sagital (perda do alinhamento normal da coluna no plano lateral). Todas essas condições podem causar dor, limitação funcional e impacto na qualidade de vida.

O tipo mais comum. Surge durante o estirão de crescimento (10-18 anos), sem causa definida. Mais frequente em meninas. O diagnóstico precoce permite o uso de colete para controlar a progressão.
Surge após os 40-50 anos pelo desgaste dos discos e articulações da coluna. Causa dor lombar, desequilíbrio e dificuldade para ficar em pé. É a forma que mais frequentemente necessita de tratamento cirúrgico.
Presente desde o nascimento, causada por malformações vertebrais durante o desenvolvimento embrionário. Pode progredir rapidamente e necessitar de intervenção cirúrgica precoce.
Associada a doenças neurológicas ou musculares como paralisia cerebral, distrofia muscular ou lesão medular. Geralmente apresenta curvas longas e progressivas.
Para curvas leves (abaixo de 25 graus), o acompanhamento periódico com radiografias é suficiente. Em adolescentes em crescimento, o monitoramento é fundamental para detectar progressão precoce.
Indicado para adolescentes em crescimento com curvas entre 25-40 graus. O colete não corrige a curva, mas pode impedir sua progressão até o final do crescimento.
Exercícios específicos (como o método Schroth) podem ajudar no controle da dor, na melhora postural e no fortalecimento muscular. Em adultos, é parte fundamental do tratamento conservador.
Indicada para curvas acima de 40-50 graus em adolescentes ou quando há progressão, dor refratária ou desequilíbrio em adultos. Utilizamos técnicas minimamente invasivas quando possível, com correção da deformidade e estabilização da coluna.
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